terça-feira, 2 de abril de 2013

Animais em extinção


Temos que cuidar do mundo para que eles possam viver mais!Viva o verde!
Tigre brancoArara azul

Moda de domesticar animais exóticos ameaça espécies em extinção

BANGCOC - Não há nada como ter um réptil ou uma rã venenosa na sala de casa para causar sensação nas visitas, a menos que você prefira ter um urso pardo ou um chimpanzé. Mas a moda de comprar e criar mascotes exóticos ameaça muitas espécies de animais.

Para lutar contra esta tendência que esvazia as florestas e rios de sua fauna, os 178 países-membros da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora Silvestres (CITES), reunidos em Bangcoc, intensificaram a proteção de dezenas de espécies de tartarugas.

"Apesar disso, há mais de 300 espécies de tartarugas", constata Ronald Orenstein, consultor para a ONG Humane Society International. "E os colecionadores querem ter todas as espécies", acrescentou.

"Esse tipo de pessoa não busca somente um mascote, busca uma coleção, como um colecionador de selos, e está disposto a pagar um preço alto", explica o zoólogo em entrevista à AFP. Uma tartaruga de pescoço longo de McCord pode custar até 2.000 dólares, disse.

Além disso, esta tendência não parece mudar, já que a escassez incentiva o colecionador. "Assim, ao ser rara, uma espécie se faz ainda mais rara".

Segundo os especialistas, para responder a esta demanda, os traficantes utilizam sítios que os permitem exportar animais roubados de seus habitats com o selo "criados em cativeiro".

Mas as rãs não são as únicas vítimas do tráfico que as leva para Europa e Estados Unidos, mas também para a Ásia.

Aranhas, serpentes, escorpiões, besouro, aves diversas, felinos... Tudo é válido.

"A demanda de animais selvagens como animais de estimação aumenta, e afeta a mais espécies do que nunca", denuncia Chris Shepherd da ONG Traffic.

"Vemos casuarídeos, que são aves naturais da Austrália e Nova Guiné de 1,50 metros de altura, que podem dar patadas e matar uma pessoa. Vemos também serpentes venenosas do mundo inteiro. Não entendo o desejo de possuir um animal que pode matar", diz Shepherd.

Alguns pensam que ter um leopardo ou uma lagartixa asiática é menos repreensível que matar um rinoceronte por seu chifre, o que revolta os defensores do meio ambiente.

"Quando alguém tira um animal ameaçado de extinção de seu habitat natural, seja para matar ou para colocar em um jaula, o resultado é o mesmo do ponto de vista da conservação (da espécie)", afirma Shepherd.

Além disso, um animal em uma loja ou em uma casa representa outros dez mortos durante a captura ou o transporte, sejam répteis ou chimpanzés, segundo os especialistas.

Centenas de macacos, cujo comércio está proibido, entram a cada ano no mercado. "Isso significa que milhares de parentes morrem", destaca Ian Redmond, fundador do Projeto para a Sobrevivência dos Grandes Símios (GRASP), sob a égide da ONU.

"Um tráfico incentivado pelo cinema, a televisão e deploráveis modelos como Michael Jackson e seu chimpanzé Bubble", disse Redmond, lamentando a vontade dos proprietários de adquirir um status social determinado comprando um bebê chimpanzé.

O cão Bloodhound:

Portentoso, possui um temperamento afável e gentil. Tímido, ainda evita ao máximo se manifestar, emitindo uivos ou latidos.

domingo, 31 de março de 2013


Pato Carolino

GettyImagesPato Carolino
Nome no BrasilPato Carolino
Nome em inglêsWood Duck
Nome científicoAix Sponsa
País de origemAmérica do Norte

Descrição

Esta é uma ave de médio porte. O macho tem a cabeça e as partes superiores na coloração azul metalizada e verde; a cabeça tem linhas brancas finas; a parte superior da garganta é branca; a parte lateral do pescoço e o peito, ambos de coloração castanha avermelhada escura, têm pintas brancas. A fêmea tem a cabeça mais escura, ausência de estrias pálidas na face, contorno diferente na base do bico, unha escura, além de pintas mais finas nos flancos. 
Comprimento: 43 a 51 cm 
Peso: 4 a 8 kg 
Expectativa de vida: 4 a 15 anos

Características

O Pato Carolino é uma ave muito fácil de ser domesticada. Ele pode ser arisco, mas se for mantido em contato com humanos torna-se bastante manso. Apesar de ser vítima de caçadores, existem relatos que esta ave é usada como animal de estimação. O nome científico vem do latim: Aix Sponsa, que significa “vestido de noiva”, uma justa homenagem a sua linda plumagem.

Cuidados básico

O Pato Carolino pode sofrer de várias doenças como gripe aviária, peste dos patos, cólera aviária, botulismo, aspergilose, sarcosporidiosis e intoxicação por chumbo. O botulismo, por exemplo, pode infectar humanos que entrarem em contato com a ave, sendo até mortal. Por isso, higiene, limpeza e visitas periódicas ao veterinário são fundamentais para manter a boa qualidade de vida deste animal.

Alimentação

Este animal se alimenta de sementes, castanhas e plantas aquáticas, além de mergulhar para capturar pequenos moluscos. Membros desta espécie adoram pastar em terra firme. Em cativeiro, alimenta-se de ração de galinha, sendo ração inicial até o primeiro mês e após este período, ração de crescimento.

Espaço para criação

O ambiente mais adequado para servir de habitat para esta ave é uma pequena casa na copa de uma árvore perto de um lago ou lagoa. Se não houver árvores disponíveis, recomenda-se a construção de uma caixa de madeira de 4 x 4 m, a pelo menos 5 m do solo. Isto servirá de abrigo para a ave e deve ter, em seu exterior, espaço para vasilhas com água e ração. Abaixo desta casa, recomenda-se que haja uma vegetação gramínea, para facilitar o pouso da ave. Além disso, é preciso uma tela para proteger o Pato Carolino de possíveis ataques de outros animais, domésticos e selvagens.