terça-feira, 7 de janeiro de 2014
terça-feira, 2 de abril de 2013
Animais em extinção
Temos que cuidar do mundo para que eles possam viver mais!Viva o verde!
Moda de domesticar animais exóticos ameaça espécies em extinção
BANGCOC - Não há nada como ter um réptil ou uma rã venenosa na sala de casa para causar sensação nas visitas, a menos que você prefira ter um urso pardo ou um chimpanzé. Mas a moda de comprar e criar mascotes exóticos ameaça muitas espécies de animais.
Para lutar contra esta tendência que esvazia as florestas e rios de sua fauna, os 178 países-membros da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora Silvestres (CITES), reunidos em Bangcoc, intensificaram a proteção de dezenas de espécies de tartarugas.
"Apesar disso, há mais de 300 espécies de tartarugas", constata Ronald Orenstein, consultor para a ONG Humane Society International. "E os colecionadores querem ter todas as espécies", acrescentou.
"Esse tipo de pessoa não busca somente um mascote, busca uma coleção, como um colecionador de selos, e está disposto a pagar um preço alto", explica o zoólogo em entrevista à AFP. Uma tartaruga de pescoço longo de McCord pode custar até 2.000 dólares, disse.
Além disso, esta tendência não parece mudar, já que a escassez incentiva o colecionador. "Assim, ao ser rara, uma espécie se faz ainda mais rara".
Segundo os especialistas, para responder a esta demanda, os traficantes utilizam sítios que os permitem exportar animais roubados de seus habitats com o selo "criados em cativeiro".
Mas as rãs não são as únicas vítimas do tráfico que as leva para Europa e Estados Unidos, mas também para a Ásia.
Aranhas, serpentes, escorpiões, besouro, aves diversas, felinos... Tudo é válido.
"A demanda de animais selvagens como animais de estimação aumenta, e afeta a mais espécies do que nunca", denuncia Chris Shepherd da ONG Traffic.
"Vemos casuarídeos, que são aves naturais da Austrália e Nova Guiné de 1,50 metros de altura, que podem dar patadas e matar uma pessoa. Vemos também serpentes venenosas do mundo inteiro. Não entendo o desejo de possuir um animal que pode matar", diz Shepherd.
Alguns pensam que ter um leopardo ou uma lagartixa asiática é menos repreensível que matar um rinoceronte por seu chifre, o que revolta os defensores do meio ambiente.
"Quando alguém tira um animal ameaçado de extinção de seu habitat natural, seja para matar ou para colocar em um jaula, o resultado é o mesmo do ponto de vista da conservação (da espécie)", afirma Shepherd.
Além disso, um animal em uma loja ou em uma casa representa outros dez mortos durante a captura ou o transporte, sejam répteis ou chimpanzés, segundo os especialistas.
Centenas de macacos, cujo comércio está proibido, entram a cada ano no mercado. "Isso significa que milhares de parentes morrem", destaca Ian Redmond, fundador do Projeto para a Sobrevivência dos Grandes Símios (GRASP), sob a égide da ONU.
"Um tráfico incentivado pelo cinema, a televisão e deploráveis modelos como Michael Jackson e seu chimpanzé Bubble", disse Redmond, lamentando a vontade dos proprietários de adquirir um status social determinado comprando um bebê chimpanzé.
Para lutar contra esta tendência que esvazia as florestas e rios de sua fauna, os 178 países-membros da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora Silvestres (CITES), reunidos em Bangcoc, intensificaram a proteção de dezenas de espécies de tartarugas.
"Apesar disso, há mais de 300 espécies de tartarugas", constata Ronald Orenstein, consultor para a ONG Humane Society International. "E os colecionadores querem ter todas as espécies", acrescentou.
"Esse tipo de pessoa não busca somente um mascote, busca uma coleção, como um colecionador de selos, e está disposto a pagar um preço alto", explica o zoólogo em entrevista à AFP. Uma tartaruga de pescoço longo de McCord pode custar até 2.000 dólares, disse.
Além disso, esta tendência não parece mudar, já que a escassez incentiva o colecionador. "Assim, ao ser rara, uma espécie se faz ainda mais rara".
Segundo os especialistas, para responder a esta demanda, os traficantes utilizam sítios que os permitem exportar animais roubados de seus habitats com o selo "criados em cativeiro".
Mas as rãs não são as únicas vítimas do tráfico que as leva para Europa e Estados Unidos, mas também para a Ásia.
Aranhas, serpentes, escorpiões, besouro, aves diversas, felinos... Tudo é válido.
"A demanda de animais selvagens como animais de estimação aumenta, e afeta a mais espécies do que nunca", denuncia Chris Shepherd da ONG Traffic.
"Vemos casuarídeos, que são aves naturais da Austrália e Nova Guiné de 1,50 metros de altura, que podem dar patadas e matar uma pessoa. Vemos também serpentes venenosas do mundo inteiro. Não entendo o desejo de possuir um animal que pode matar", diz Shepherd.
Alguns pensam que ter um leopardo ou uma lagartixa asiática é menos repreensível que matar um rinoceronte por seu chifre, o que revolta os defensores do meio ambiente.
"Quando alguém tira um animal ameaçado de extinção de seu habitat natural, seja para matar ou para colocar em um jaula, o resultado é o mesmo do ponto de vista da conservação (da espécie)", afirma Shepherd.
Além disso, um animal em uma loja ou em uma casa representa outros dez mortos durante a captura ou o transporte, sejam répteis ou chimpanzés, segundo os especialistas.
Centenas de macacos, cujo comércio está proibido, entram a cada ano no mercado. "Isso significa que milhares de parentes morrem", destaca Ian Redmond, fundador do Projeto para a Sobrevivência dos Grandes Símios (GRASP), sob a égide da ONU.
"Um tráfico incentivado pelo cinema, a televisão e deploráveis modelos como Michael Jackson e seu chimpanzé Bubble", disse Redmond, lamentando a vontade dos proprietários de adquirir um status social determinado comprando um bebê chimpanzé.
O cão Bloodhound:
domingo, 31 de março de 2013
Pato Carolino
Nome no BrasilPato Carolino
Nome em inglêsWood Duck
Nome científicoAix Sponsa
País de origemAmérica do Norte
Descrição
Esta é uma ave de médio porte. O macho tem a cabeça e as partes superiores na coloração azul metalizada e verde; a cabeça tem linhas brancas finas; a parte superior da garganta é branca; a parte lateral do pescoço e o peito, ambos de coloração castanha avermelhada escura, têm pintas brancas. A fêmea tem a cabeça mais escura, ausência de estrias pálidas na face, contorno diferente na base do bico, unha escura, além de pintas mais finas nos flancos.
Comprimento: 43 a 51 cm
Peso: 4 a 8 kg
Expectativa de vida: 4 a 15 anos
Comprimento: 43 a 51 cm
Peso: 4 a 8 kg
Expectativa de vida: 4 a 15 anos
Características
O Pato Carolino é uma ave muito fácil de ser domesticada. Ele pode ser arisco, mas se for mantido em contato com humanos torna-se bastante manso. Apesar de ser vítima de caçadores, existem relatos que esta ave é usada como animal de estimação. O nome científico vem do latim: Aix Sponsa, que significa “vestido de noiva”, uma justa homenagem a sua linda plumagem.
Cuidados básico
O Pato Carolino pode sofrer de várias doenças como gripe aviária, peste dos patos, cólera aviária, botulismo, aspergilose, sarcosporidiosis e intoxicação por chumbo. O botulismo, por exemplo, pode infectar humanos que entrarem em contato com a ave, sendo até mortal. Por isso, higiene, limpeza e visitas periódicas ao veterinário são fundamentais para manter a boa qualidade de vida deste animal.
Alimentação
Este animal se alimenta de sementes, castanhas e plantas aquáticas, além de mergulhar para capturar pequenos moluscos. Membros desta espécie adoram pastar em terra firme. Em cativeiro, alimenta-se de ração de galinha, sendo ração inicial até o primeiro mês e após este período, ração de crescimento.
Espaço para criação
O ambiente mais adequado para servir de habitat para esta ave é uma pequena casa na copa de uma árvore perto de um lago ou lagoa. Se não houver árvores disponíveis, recomenda-se a construção de uma caixa de madeira de 4 x 4 m, a pelo menos 5 m do solo. Isto servirá de abrigo para a ave e deve ter, em seu exterior, espaço para vasilhas com água e ração. Abaixo desta casa, recomenda-se que haja uma vegetação gramínea, para facilitar o pouso da ave. Além disso, é preciso uma tela para proteger o Pato Carolino de possíveis ataques de outros animais, domésticos e selvagens.
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